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Text Neck, um fenômeno mundial que pode ser evitado

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Text Neck, um fenômeno mundial que pode ser evitado

Quantas horas por dia você acessa o seu smarthpone? Estudos indicam que em média gastamos entre duas e quatro horas curvados diante do aparelho, tempo esse bem maior quando se tratam de adolescentes. O problema maior é que ao utilizar o smartphone, o pescoço é inclinado para frente e para baixo, causando maior peso sobre a coluna cervical. Trata-se do batizado text neck – “pescoço de texto” – que pode levar a um desgaste e lesões no início da coluna vertebral, com a aceleração do processo degenerativo, com importantes consequências.

E os consultórios médicos estão cheios de pessoas, de todas as idades e ambos os sexos, com dores na coluna por conta do uso excessivo do celular. Trata-se de um fenômeno moderno mundial.

  • Com esta tensão excessiva no pescoço, podemos ver cada vez mais pessoas precisando de cuidados com a coluna vertebral. Por causa do uso excessivo de smartphones e mensagens de texto, as pessoas estão olhando para seus dispositivos móveis por períodos mais longos de tempo. Se curvam, riam vícios de postura, e com o tempo tal movimento faz com que a cabeça se incline para a frente, aumentando o peso e a carga sobre as articulações do pescoço. Se essa determinada postura continua, ela pode até mesmo causar inversão da curvatura natural no pescoço – alerta o reumatologista Sérgio Rosenfeld, do CREB – Centro de Reumatologia e ortopedia Botafogo.

Mas como evitar o text neck? A prevenção é fundamental! O primeiro passo, com certeza, é buscar manter a coluna vertebral e sua postura adequadamente alinhadas e saudáveis.

  • Quando você for ler uma mensagem no seu smartphone, evite dobrar o pescoço. Desça os olhos para baixo ao olhar o dispositivo. Não é difícil. Mantenha o seu telefone celular no nível dos olhos sempre que possível. Faça pausas frequentes e estipule horários sem consultá-lo. Nunca é demais lembrar que o aparelho emite sinais sonoros quando chegam mensagens, então a gente não precisa ficar consultando-o toda hora. Outra dica fácil de realizar é fazer exercícios de alongamento com o pescoço – orienta o médico do CREB.

Estresse pode provocar dores nas costas e no pescoço

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Estresse pode provocar dores nas costas e no pescoço

Nosso dia a dia é recheado de estresses, seja por conta dos problemas familiares, de trabalho, contas para pagar, trânsito infernal… e muito estresse certamente faz mal à saúde. A maioria das pessoas liga o estresse à pressão sanguínea e logo pensa nas doenças do coração. Mas estresse pode trazer muitas dores na coluna e no pescoço, além de insônia e ganho de peso.

Um estresse prolongado pode se tornar crônico, tensionando a musculatura e provocando muita dor nas costas ou no pescoço. Muitas vezes, o estresse é o responsável direto por estas dores. Controlar o estresse é uma forma de evitar dores na coluna – afirma o reumatologista Sérgio Rosenfeld, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.

Como combater a dor cervical e dorsal?

A primeira dica do Dr. Sérgio é ter uma conversa com o seu médico. Muitas pessoas optam pela automedicação, mas acabam ingerindo medicamentos que podem causar inquietação, insônia e ansiedade. Ao menor sinal de dor na coluna ou no pescoço, um especialista deve ser consultado para uma avaliação correta.

Temos protocolos que incluem fisioterapia, hidroterapia, RPG e Pilates Terapêutico que são utilizados para dores severas nas costas e no pescoço. Muitas vezes, é preciso corrigir a postura do paciente. Caminhar, praticar exercício físico regular ou mesmo ioga é fundamental contra o estresse. Caminhadas no horário do almoço, por exemplo, aumentam a circulação do sangue e reduzem o estresse – explica o Dr. Sérgio.

Para relaxar das tensões diárias, o médico do CREB também recomenda a acupuntura. Se alimentar corretamente, optando por alimentos saudáveis e de forma balanceada, fazer pausas para alongamento durante o turno do trabalho e uma noite de sono reparador ajudam muito a eliminar o estresse.

Vivemos numa sociedade estressante, disso ninguém escapa. Mas buscar não se estressar demais é fundamental. Volto a dizer: ao menor sinal de dor, um especialista deve ser procurado – finaliza ele.


Bico de papagaio deve ser tratado o quanto antes

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O osteofito é uma formação óssea anormal, produzida na proximidade das articulações das vértebras, que traz como consequência dores fortes na região afetada e limitações de movimentos. Mais conhecida como “bico de papagaio”, a osteofitose atinge principalmente pessoas acima de 50 anos. “Toda vez que uma articulação sofre uma sobrecarga de peso a superfície articular aumenta para diminuir a pressão sobre o joelho, por exemplo. Isso também acontece como conseqüência da má postura. O bico de papagaio é uma formação óssea do organismo para absorver melhor a sobrecarga da articulação”, explica o ortopedista Marcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Nos exames de raio-X é possível perceber que essa formação óssea parece com o bico de um papagaio, o que explica o seu nome popular. “Essas articulações deformadas são o resultado de uma ausência completa da cartilagem que funciona como amortecedor entre os ossos. Com o tempo, isso gera más formações que podem ser visíveis ou palpáveis. A presença de bico de papagaio significa a presença de uma artrose”, acrescenta o médico do CREB.

Dores fortes, sensação de queimação nas costas e incômodo são frequentes entre aqueles que têm bico de papagaio. Segundo o ortopedista, a deformação óssea pode reduzir os movimentos das articulações, gerar desequilíbrio na distribuição do peso e sobrecarga na coluna, deixando articulações, tendões e ligamentos sob tensão excessiva, causando muita dor. As causas mais comuns da doença, aponta ele, são o sedentarismo, a má postura, a falta de cuidados com a coluna e o sobrepeso, além de fatores genéticos. “Cuidar da postura é fundamental. Dormir de bruços, por exemplo, pode causar o bico de papagaio. O tratamento prevê a readaptação postural e a prática de RPG traz excelentes resultados. Aquele que sofre de bico de papagaio deve procurar um especialista e começar seu tratamento o quanto antes, pois as chances de melhorar são grandes”, finaliza o ortopedista.



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  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

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